Publicado por: Eduardo Bezerra | Dezembro 31, 2011

Até mais, 2011…

Há anos dentro da média. Há anos para mais. Há anos para menos. Há anos, como este, bipolares.

2011. Ano fácil. Ano difícil. Conquistei muito, perdi outro tanto. Fui um completo idiota, ou o cara mais esperto do mundo. Fui tudo o que queria ter sido e nada daquilo que gostava. Fui concreto e abstrato. Criativo e travado. Distribuí grandes abraços na mesma medida em que também sorteei todo tipo de pancadas. Fui bom ao extremo, fui mal à beça. Cuidei bem do corpo, judiei da mente. Fui feliz como nunca e triste como poucas vezes. Fui ao céu e ao inferno em 365 dias. Várias vezes. Fui doce e fui amargo. Quis e não quis. Abri mão de fazer quem eu queria feliz, feliz. Mas pude voltar e fazê-la feliz de novo.

Para muita gente é apenas um dia como qualquer outro. Não sou pragmático como pareço nem ingênuo como transpareço. Sou o que pouca gente sabe que sou sem deixar de ser o que todo mundo sabe que é. Ano novo é chance de recomeçar. Terminou mais um ciclo. Não sei se serei melhor. Não quero esta responsabilidade. Não posso prometer ser melhor. Mas posso prometer brigar pra sê-lo. Não tenho planos para 2012, ou pelo menos nenhum que interesse à devassidão deste blog. Assim, amigos e amigas, só tenho a desejar um feliz novo ano. Obrigado por tudo!


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